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Como é que os acontecimentos nas notícias podem afetar o nosso bem-estar

2/2/2026

 
Fotografia
Vivemos num mundo complexo. Estar informado é importante, mas a exposição constante a notícias difíceis pode ter impacto na nossa saúde mental.
Nota de transparência: Este artigo é uma adaptação e tradução livre de conteúdos da organização britânica Mind, contextualizado pela ManifestaMente para fins de literacia em saúde mental.

Um mundo em constante sobressalto
Nos últimos anos, os noticiários têm sido dominados por temas como a crise do custo de vida, as alterações climáticas, guerras, desastres naturais, a pandemia de COVID-19, terrorismo e instabilidade política.

Algumas notícias expõem realidades duras, como o racismo, a pobreza e diferentes formas de desigualdade. A cobertura é muitas vezes contínua, através de canais de televisão , sites de notícias e redes sociais.

Estes acontecimentos afetam muitas pessoas diretamente, no seu dia a dia.

Como é que  as notícias nos podem fazer sentir?
Dependendo das circunstâncias, podemos sentir:
  • Ansiedade ou preocupação com o impacto dos acontecimentos em nós ou nas pessoas que nos são próximas;
  • Sensação de sobrecarga ou stress, especialmente quando um determinado tema difícil domina o espaço mediático;
  • Raiva ou frustração face a injustiças;
  • Tristeza ou angústia;
  • Medo ou sensação de insegurança;
  • Desesperança ou impotência perante situações que não conseguimos controlar;
  • Confusão sobre o que está a acontecer ou em quem confiar;
  • Pressão para estarmos sempre informados e culpa quando não conseguimos fazê-lo;
  • Reativação de experiências traumáticas ao vermos imagens de violência ou sofrimento;
  • Isolamento, conflito ou desconfiança em relação aos outros, sobretudo quando têm opiniões diferentes das nossas;
  • Dificuldade em desfrutar de momentos de lazer, como ver televisão ou usar o telemóvel para relaxar;
  • Dificuldade em desligar ou parar de fazer scroll, mesmo quando isso nos faz sentir pior;
  • Incerteza sobre como falar destes temas, especialmente com crianças.

Não existe uma forma certa ou errada de sentir.
Também acontecem coisas positivas e inspiradoras no mundo. Mantermo-nos informados pode ser útil e até emponderador. Cada pessoa reage de forma diferente aos acontecimentos, consoante as suas experiências, valores e contexto de vida. Não existe uma forma certa ou errada de sentir.

Algumas das sugestões abaixo podem ajudar.

Criar estratégias para lidar com notícias difíceis
O que resulta para uma pessoa pode não resultar para outra — e pode variar ao longo do tempo. Se algo não funcionar, devemos ser compreensivos connosco próprios e experimentar outra abordagem.

Definir limites no consumo de notícias
Acompanhar as notícias ajuda-nos a compreender o mundo. No entanto, quando a exposição constante começa a afetar o bem-estar, pode ser útil ajustar hábitos.

Podemos tentar:
  • estabelecer limites claros, como consultar notícias apenas numa determinada altura do dia;
  • silenciar notificações de aplicações e sites de notícias;
  • personalizar o uso das redes sociais (por exemplo, seguir páginas específicas em vez de percorrer feeds infinitos);
  • privilegiar conteúdos factuais em vez de opiniões;
  • procurar notícias positivas ou conteúdos que nos façam sentir bem;
  • lembrar-nos que não é possível acompanhar tudo e que fazer pausas é legítimo.

Focar a nossa atenção no que está ao nosso alcance
Mesmo quando parece que quase nada está sob o nosso controlo, centrarmo-nos no que ainda é possível gerir pode ajudar.

Algumas ideias:
  • fazer uma lista do que podemos mudar e outra do que não podemos mudar;
  • identificar aspetos positivos da nossa vida que permanecem estáveis;
  • distrair a mente de preocupações difíceis de controlar com exercícios de relaxamento.

Quando as preocupações financeiras pesam
A crise do custo de vida tem afetado muitas pessoas, especialmente as que já se encontravam em situação de vulnerabilidade social. As preocupações financeiras podem ter um impacto significativo na saúde mental.

Estarmos informados sobre como gerir a nossa vida  financeira e que apoios poderemos ter disponíveis pode ajudar se nos sentimos mais sobrecarregados.

Cuidar do bem-estar global
O autocuidado, ou seja, tudo o que fazemos para proteger a nossa saúde física e mental, é fundamental.

Quando estamos muito ansiosos ou em sofrimento, pode ser mais difícil dormir bem, alimentar-nos de forma equilibrada ou manter atividade física. Ainda assim, mesmo em contextos difíceis, é importante estarmos atentos às nossas necessidades e cuidarmos de nós, valorizando o sono, a atividade física, a alimentação, o contacto com a natureza e momentos de relaxamento e lazer.

Agir para promover mudança
Quando determinados temas nos afetam profundamente, agir pode trazer uma sensação de propósito e controlo.

Nem sempre isso é possível e não é da responsabilidade individual resolver problemas globais. Ainda assim, pequenas ações podem fazer a diferença, como por exemplo:
  • Voluntariado em causas alinhadas com os nossos valores;
  • Participação em iniciativas comunitárias;
  • Apoio a campanhas de sensibilização.

Falar com alguém de confiança
Partilhar o que sentimos com alguém de confiança pode aliviar o peso emocional. A outra pessoa pode estar a passar por  algo semelhante e conversar ajuda ambas as partes a sentirem-se ouvidas.

Se não for possível falar com alguém próximo, existem linhas de apoio emocional disponíveis:
  • Linha de Prevenção do Suicídio do SNS - 1411
  • SOS Voz Amiga - 213 544 545 | 912 802 669 | 963 524 660 (15h30-00h30)
  • Telefone da Amizade - 228 323 535 (16h00-23h00)
  • Voz de Apoio - 225 506 070 (21h00-00h00)
  • Conversa Amiga - 808 237 327 | 210 027 159 (15h00-22h00)
  • SOS Estudante - 915246060 | 969554545 | 239484020 (20h00-01h00)

Quando procurar ajuda profissional?
Sentir emoções difíceis não significa necessariamente ter um problema de saúde mental. No entanto, se o sofrimento for intenso ou persistente ou se interferir com a nossa vida diária, procurar apoio é importante.

Pedir ajuda é sempre válido, mesmo quando não temos a certeza do que estamos a sentir. O primeiro passo pode ser falar com um/a profissional de saúde ou procurar serviços de apoio psicológico.

Juntos pela saúde mental de todos nós,
ManifestaMente

Referências:
https://www.mind.org.uk/information-support/tips-for-everyday-living/coping-with-distressing-events-in-the-news/ 

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